Em carta, economistas defendem medidas de combate à pandemia

Manifesto é assinado por centenas de representantes do mercado financeiro

Um grupo de economistas assinou uma carta aberta em que pede medidas efetivas de combate à pandemia. O manifesto, que será enviado aos líderes dos três poderes, classifica a situação econômica e social como “desoladora”.

O documento afirma que “a saída definitiva da crise requer a vacinação em massa da população” e afirma que o governo federal “subutiliza ou utiliza mal os recursos de que dispõe, inclusive por ignorar ou negligenciar a evidência científica no desenho das ações para lidar com a pandemia”.

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O manifesto é assinado por centenas de economistas, como o ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega, o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga, e representantes do mercado financeiro, como o presidente do Credit Suisse, José Olympio Pereira, e o conselheiro do Itaú Unibanco, Pedro Moreira Salles.

Eles defendem que, enquanto a pandemia perdurar, “medidas que apoiem os mais vulneráveis, como o auxílio emergencial, se fazem necessárias”, além de ações de apoio às pequenas e médias empresas.

Na carta são sugeridas quatro medidas

  1. Acelerar o ritmo da vacinação
  2. Incentivar o uso de máscaras tanto com distribuição gratuita quanto com orientação educativa
  3. Implementar medidas de distanciamento social no âmbito local com coordenação nacional
  4. Criar mecanismo de coordenação do combate à pandemia em âmbito nacional

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