A morte do major Olímpio e a arte comunista de ser brutal, com toda ternura

Manifestações da esquerda sobre a morte do Senador Major Olímpio expressam nitidamente o sentido de “ódio do bem”. Em tweets, vídeos e posts, marxistas despejam seu ódio, enquanto exigem respeito e reverência a seus pares, sejam eles irrelevantes ou bandidos condenados.

O que parece contraditório se explica pelo marxismo.

Marx, materialista e defensor de Epicuro, pregava o fim da Religião. Deus não tinha espaço no “paraíso” marxista, feito exclusivamente por mãos humanas. Para os marxistas, o que se tem é apenas esta vida e com a morte, “tudo acaba”. Fim em letras garrafais.

E esta simplificação lhes permite viver como se não houvesse o amanhã, se dando ao direito de fazer o que lhes der na cabeça. E mais! Podem desejar todo bem aos marxistas e todo mal aos não-marxistas. Dois pesos e duas medidas, sem jamais se sentirem mal por isso.

A mais famosa frase, que sintetiza esta conduta, foi atribuída a Che Guevara, que nunca escreveu nem há prova de que tenha dito, mas sua vida testemunha a ideia: “Hay que endurecer, pero sin perder la ternura, jamás” (“Há que endurecer, sem perder a ternura, jamais”).

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